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sábado, 21 de abril de 2012

Debby Ryan fala sobre experiência como protagonista do filme Radio Rebel


O longa, que é uma das produções mais aguardadas do canal este ano, acompanha a história de Tara (Ryan) uma garota tímida que se transforma ao gravar seu próprio programa de rádio sozinha em seu quarto. Ela não revela sua verdadeira identidade e suas gravações passam a ser conhecidas como as da “A Rebelde do Rádio”.

Se Tara não consegue dizer nem três palavras sem ficar totalmente paralisada, principalmente na frente de Gavin (Adam DiMarco) , integrante da banda da escola por quem ela se sente atraída, a Rebelde do Rádio faz o oposto e consegue liderar a escola inteira com suas ideias que defendem que cada um tem que ser do jeito que é.

Porém, a garota enfrenta cada vez mais problemas em manter o anonimato quando o programa fica popular e passa a ir ao ar em uma rádio de verdade. Além disso, as duas identidades que Tara mantém entram em confronto direto quando a “Rebelde do Rádio” é indicada para rainha do baile.

Debby Ryan revelou que também era tímida quando pequena e que o teatro ajudou a superar isso. “Pra mim foi assim, eu sempre gostei de entretenimento e musicais, e isso me ajudou também em outras áreas. Faço as pazes comigo mesma em cima do palco”, disse a atriz.
Segundo ela, a parte mais interessante de fazer o filme foi ter a oportunidade de passar uma boa mensagem aos espectadores. “O público pra quem eu falo são em sua maioria, crianças e adolescentes que ainda estão formando sua personalidade. Então gostei de ter tido a oportunidade de dizer o valor que as pessoas tem, o quanto são legais, só por serem elas mesmas”. A atriz deu uma boa notícia para seus fãs daqui do Brasil e disse que o país é atualmente o primeiro da sua lista de lugares para visitar.

Debby também falou sobre a amizade que fez com os colegas de filme, principalmente com Adam DiMarco, que interpretou o interesse romântico de sua personagem no filme, e que ela considera um de seus melhores amigos. “ Nós, o elenco inteiro, literalmente nos sentíamos como uma família com apenas uma ou duas semanas de gravação. Tínhamos piadas internas e até toques de mão próprios. Foi muito difícil dar adeus a eles”

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